A denúncia destas barbaridades de que são vítimas os mais fracos, é urgente e é um dever de todos os que são sensíveis a estas desumanidades.É hora de estar mobilizado com as armas da palavra, pelo menos.Um abraço do José Manuel
Bem urgtente, José Manuel! Há muito que o homem não era tão maltratado! É, realmente, a marcha assassina, inumana, diabólica do capitalismo financeiro. Tem duas saídas: ou um segundo e imenso holocausto ou a reposição do estado protector, da solidariedade.
Boa Páscoa (que celebra Alguém que sofreu os antepassados desta quadrilha).
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
A denúncia destas barbaridades de que são vítimas os mais fracos, é urgente e é um dever de todos os que são sensíveis a estas desumanidades.É hora de estar mobilizado com as armas da palavra, pelo menos.Um abraço do José Manuel
ResponderEliminarBem urgtente, José Manuel! Há muito que o homem não era tão maltratado! É, realmente, a marcha assassina, inumana, diabólica do capitalismo financeiro. Tem duas saídas: ou um segundo e imenso holocausto ou a reposição do estado protector, da solidariedade.
ResponderEliminarBoa Páscoa (que celebra Alguém que sofreu os antepassados desta quadrilha).