Caro amigo, Manuel Poppe Não discorro sobre nada.Não me apetece.Só sinto coisas. Talvez raiva. "No Inverno bato o queixo...Qualquer , Qualquer dia...", cantava o Zeca.Mas sinto também a fraternidade dos que não desistem com o seu optmismo e com a força da sua palavra que é o seu caso.Por isso, é bom sentirmos a poesia que deverá ir e ficar na rua.Um abraço fraterno, José Manuel
Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda. Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos. Escrevi em jornais e revistas. Produzi um programa para a RTP, "O Livro à Procura do Leitor". Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio. Palestrei e conferenciei. Sobretudo, viajei e viajo. No google emcontrará mais...
Caro amigo, Manuel Poppe
ResponderEliminarNão discorro sobre nada.Não me apetece.Só sinto coisas. Talvez raiva. "No Inverno bato o queixo...Qualquer , Qualquer dia...", cantava o Zeca.Mas sinto também a fraternidade dos que não desistem com o seu optmismo e com a força da sua palavra que é o seu caso.Por isso, é bom sentirmos a poesia que deverá ir e ficar na rua.Um abraço fraterno, José Manuel
Para a frente, querido amigo! Nada pode ser como dantes, quando acrescentamos ao dia a nossa crença e a nossa vontade!
ResponderEliminarUm abraço fraterno!