segunda-feira, 12 de março de 2012

Uma voz autêntica, um nome a fixar

"A aventura de uma jovem mulher", 1921, quadro de Paul Klee, Tate Gallery, Londres

Haven't been long since I dreamt a dream, 
As fools dream, 
And dreams allow fools to build dreams of their own.
In that dream, I saw and lived things, 
That I do not dare to name, 
Or face, 
Or smile to.

Followed a raven, 
Pure day, 
Liquid night, 
Bashed, horrible.

But never a dream was so full of whishful thinking, 
As dreams go mad, 
And dreams dream further dreams, 
And face fools, 
As myself.

So, 
Haven't been long since I dreamt a dream, 
As fools dream,
And dreams allow fools to build dreams of their own.

Alexandra Juliana, poesia inédita

nota: Alexandra Juliana é uma jovem poliglota, de origem húngara e genes eslavos, a estudar em Aveiro. Enviou-me esta poesia e, com a sua autorização, entendi dever publicá-la aqui.

2 comentários:

  1. É um dom. Oxalá essa rapariga agarre bem o talento que recebeu em oferta. Ana, fico muito contente por ela, que admiro.

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