quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Portugal dos pequeninos ou a conversa fiada: sem recusar o euro, pergunto: por onde andamos, hoje: não nos atiraram e nos enterram numa vida medíocre?



"Sair do euro condenaria Portugal “à mediocridade”, diz presidente do TC [Guilherme d'Oliveira Martins]"


in Público de hoje

2 comentários:

  1. Caro amigo, Manuel Poppe
    Se para salvar a Democracia na Europa, o euro tiver que se perder que se perca, que vá à vida. Mas um euronacionalismo alemão, não.Temos já um imperialismo alemão, não militar mas económico-financeiro deste país, que há pouco tempo foi inimigo da Europa. Enfim, contradições desta Europa sem cidadania.Um abraço, com votos de coisas melhores para o ano de 2012
    José Manuel

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  2. Eu receio que o colapso do euro ainda nos desgrace mais...

    A impressão que me dá o movimento dos governos europeus é que correm atrás de um apocalipse que não controlam e de que se revelam bombeiros... sem água:

    a agonia do capitalismo financeiro.

    Assim, considero este nosso medíocre e titubeante governo anacrónico e provisório –nem segue a estrada certa: a substituição de um sistema que faliu; nem sobreviverá às asneiras inumanas e brutais que vem praticando.

    A manchete de hoje do tablóide Correio da Manhã, terrorista, sinistra, assustadora –diz verdades que apontam o enterro das classes média e baixa.

    O enterro dos que trabalham e dos que trabalharam –comandado pelos plutocratas.

    Mas essa classe já grita também ó tia, ó tia, porque lhes escapa das mãos o controlo do roubo.

    Quanto à Alemanha: sem dúvida sofre, desde antes de 1870, de um sindroma de imperialismo que matou cerca de 100 milhões de pessoas, em duas guerras, no século XX. Agora, impõe-se através do dinheiro, desprezando as “cigarras” do Sul...

    Meu caro, sempre admirei as cigarras solares e musicais e as preferi às formigas cinzentas e destinadas a sofrerem as ditaduras colectivistas que envergonharam a Europa do século XX e se impuseram com pomposos e também falsos nomes.

    Bom ano de 2012 –que, seja como for, será nosso e depende de nós!

    Um abraço!

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