
...e poderá ser um sinal de tentativa do PS recuperar socialismo perdido, tal qual poderá ser, apenas e nada mais, uma aspirina para Sócrates... aceitam-se apostas!
Conheço António Vitorino há muitos anos: desde que apareceu nas ‘sessões de esclarecimento’ organizadas pela Secção do PS, de São João do Estoril, a pedir-nos para participar da mesa e botar palavra. Botou e participou muito bem. Brilhantemente! Da história e da evolução do socialismo, sabia coisas que ninguém sabia.
Conheço António Vitorino há muitos anos: desde que apareceu nas ‘sessões de esclarecimento’ organizadas pela Secção do PS, de São João do Estoril, a pedir-nos para participar da mesa e botar palavra. Botou e participou muito bem. Brilhantemente! Da história e da evolução do socialismo, sabia coisas que ninguém sabia.
Vitorino era muito jovem e corriam os últimos dias da Primavera e os primeiros dias do Verão/ Outono de 1974. A partir daí, encontrámo-nos muitas vezes, inclusivamente, quando -eu já em Roma- aderiu à UEDS e a representou na Assembleia. Vejo-o da seguinte maneira: muito inteligente e com uma extraordinária capacidade de trabalho; além disso, muito culto, coisa rara, na balbúrdia politiqueira (de facto, não é um politiqueiro: é um político autêntico, que sabe o que quer).
Aceitou, agora, ser coordenador do programa eleitoral do PS para as próximas eleições. De certo modo, regressa à política activa. Ainda bem! Há um abismo a separá-lo dos ‘activos’ actuais... Mas, ao fazê-lo, arrisca –assume uma grande responsabilidade. O que fizer (e os reflexos do que fizer) será a resposta à seguinte pergunta:
a sua escolha e a sua aceitação constituem o sinal de uma tentativa de regresso ao socialismo, que o PS deixou de representar, desde a ascensão de Guterres (porque Sócrates não pode ser o bode expiatório, como já o desejam centenas de parasitas que giraram à volta dele e abusaram dos mini-poderes sacados, à força de lamber de botas, poderes exercidos à moda de tiranetes -enquanto enchiam, discreta ou indiscretamente, a burra-, por esse Portugal fora, regedorecos de aldeias da serra e da planície)?
E será a resposta a esta pergunta:
A sua escolha e aceitação não passam de uma aspirina para um Sócrates engripado?
Aceitou, agora, ser coordenador do programa eleitoral do PS para as próximas eleições. De certo modo, regressa à política activa. Ainda bem! Há um abismo a separá-lo dos ‘activos’ actuais... Mas, ao fazê-lo, arrisca –assume uma grande responsabilidade. O que fizer (e os reflexos do que fizer) será a resposta à seguinte pergunta:
a sua escolha e a sua aceitação constituem o sinal de uma tentativa de regresso ao socialismo, que o PS deixou de representar, desde a ascensão de Guterres (porque Sócrates não pode ser o bode expiatório, como já o desejam centenas de parasitas que giraram à volta dele e abusaram dos mini-poderes sacados, à força de lamber de botas, poderes exercidos à moda de tiranetes -enquanto enchiam, discreta ou indiscretamente, a burra-, por esse Portugal fora, regedorecos de aldeias da serra e da planície)?
E será a resposta a esta pergunta:
A sua escolha e aceitação não passam de uma aspirina para um Sócrates engripado?
Sem comentários:
Publicar um comentário